PGRSS para consultório odontológico: 3 motivos para implantar na sua clínica

PGRSS para consultório odontológico: 3 motivos para implantar na sua clínica
O PGRSS consiste no conjunto de processos de gerenciamento dos resíduos produzidos nos estabelecimentos de saúde.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) consiste no conjunto de processos de gerenciamento dos resíduos produzidos nos estabelecimentos de saúde.  

Pois, no caso da odontologia elabora-se o PGRSS para conter os materiais usados no dia a dia dos cirurgiões-dentistas e que logo são descartados. Por isso, se ainda tem dúvidas sobre o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, continue a leitura e saiba como implementar na sua clínica ou consultório.

A importância do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS)

Através do PGRSS são adequadas formas ambientalmente propícias para a condução, transporte, tratamento, reciclagem e destinação dos resíduos gerados na clínica ou consultório odontológico. Ou seja, ao elaborar o PGRSS as unidades  demonstram que fazem o gerenciamento de forma correta.  

Além disso, as clínicas ou consultórios que valorizam ações sustentáveis se destacam perante a concorrência, pois, essas unidades são vistas como responsáveis e focadas no bem-estar e na preservação ao meio ambiente.

Nesse sentido, toda a clínica odontológica responsável sabe da necessidade desse documento e também os benefícios que o PGRSS oferece para a qualidade de vida da sociedade em geral.

Porém, caso o plano não seja feito de acordo com as regulamentações do PGRSS, a clínica recebe uma multa ou até mesmo uma autuação, conforme as normas dos órgão fiscalizadores da saúde da cidade. 

Saiba mais: Meio Ambiente: A sustentabilidade na sua clínica ou consultório odontológico

3 motivos para implantar o PGRSS na sua clínica odontológica

Podemos perceber que a elaboração do PGRSS é muito importante para a clínica odontológica, visto que engloba todas as fases da gestão de resíduos dos serviços de saúde. 

Adicionado a tudo isso, o PGRSS contém como principais objetivos reduzir e cuidar da destinação correta de resíduos. Dessa forma, selecionamos 3 razões para a sua clínica implantar um PGRSS.

Redução de impactos ambientais

Um fator importante para a implantação do PGRSS é a preservação do meio ambiente, pois possibilita a realização de uma gestão dos resíduos gerados na sua clínica, assim, permite uma maior organização, controle e higiene no consultório.  

Além disso, contribui diretamente no controle e prevenção dos impactos ambientais, já que o plano promove a classificação, separação e descarte correto dos resíduos e reduz a contaminação do solo.

Ajuda a diminuir custos na clínica ou consultório

Ao fazer o processo de implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde na clínica ou consultório, são localizados os custos desnecessários, visto que é identificado pontos onde acontece uma geração excessiva de resíduos.    

Com isso, são propostas ações para redução e seleção que possibilitam a economia de matéria prima e também no processo de descarte de resíduos. Portanto, o PGRSS contribui com a liberação de espaço e organização da clínica e ainda reduz os riscos de acidentes de trabalho. 

Ou seja,  para cada tipo de resíduo define-se os métodos de manuseio, locais de armazenamentos, uso de EPI ‘s de forma correta e horários e dias para a coleta e destinação.     

O PGRSS ajuda na visibilidade da clínica

A correta destinação dos resíduos sólidos ajuda a aumentar a credibilidade da imagem da clínica perante os pacientes e fornecedores, assim como com o órgão fiscalizador. Também contribui para a agilidade dos processos de renovação de licença ambiental e reduz o risco de multas.

Portanto, o PGRSS está incluído em um contexto social e ambiental. Ou seja, esse documento ajuda a clínica a alinhar os seus princípios com os valores sociais. Com isso, é possível realizar ações que alcancem não somente o público que procura a clínica, mas também as pessoas que simpatizam com as questões sociais e  ambientais.      

Como implementar o PGRSS na clínica odontológica

Para implementar o PGRSS deve-se definir medidas e procedimentos para a destinação correta de resíduos, os quais quando aplicados, têm como resultado a redução dos impactos ambientais.  

Primeiramente é importante identificar a quantidade e os tipos de resíduos. Conforme a Anvisa, esses resíduos recebem uma classificação específica e para o descarte devem ser denominados conforme essa divisão.  

Grupo A: itens que possuem a presença de agentes biológicos e que podem apresentar risco de infecção. Esse grupo é identificado através de rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. 

Grupo B: neste grupo apresentam produtos com substâncias químicas que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente. Ou seja, possuem características inflamáveis, corrosivas, reativas e tóxicas.Identifica-se esse tipo de material através do simbolo de risco, com discriminação de substância química. 

Grupo C: neste grupo ficam os rejeitos radioativos. Pois, identifica-se pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos. 

Grupo D: representam os resíduos que não possuem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente. 

Grupo E: são materiais perfurocortantes ou escarificantes, como: lâminas, agulhas, bisturis, brocas, entre outros. São identificados pelo símbolo de substância infectante constante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. 

As identificações do PGRSS deve ser de fácil visualização

Em todas essas classificações, deve-se identificar os resíduos de forma correta. Ou seja, deve estar nos sacos de acondicionamento, nos recipientes de coleta interna e externa e nos locais de armazenamento. 

Além disso, deve ser de fácil visualização, com símbolos e cores de acordo com as normas da NBR 7500 da ABNT. Depois de preencher o PGRSS com os dados alusivos aos tipos de resíduos gerados deve-se informar o método de coleta e o transporte interno.

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Por fim, inclua os dados, anexe o alvará e licenças que comprovam que a empresa está apta para o serviço.  

No caso da odontologia, a maioria dos materiais usados pelos cirurgiões-dentistas estão classificados nos grupos A e E. Por isso, em ambas classificações deve ter o acondicionamento correto de acordo com as regras de fiscalização ambiental.  

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